Estivemos em Lisboa em fevereiro de 2016, de passagem para Gênova, onde pegaríamos um cruzeiro para o Mediterrâneo, mas disso falarei em breve…
Como tínhamos pouco tempo e o foco da viagem era o cruzeiro, Lisboa seria apenas uma passagem na ida e no retorno. Portanto, não tínhamos muito o que fazer a não ser relaxar e nos entregar ao deleite do lugar.
Então, chegamos pela manhã, encontramos minha irmã no aeroporto, fomos ao hotel, fizemos o chekin e saímos para curtir o resto do dia. Afinal, ela também estava de passagem e queríamos aproveitar juntas.

Onde ficamos

Nos hospedamos no The Beautique Hotels Figueira (http://www.hotelfigueiralisboa.com/home), porque conseguimos no Booking.com a reserva de uma diária por um custo excelente.
Não conhecíamos o hotel e o preço estava bom demais, mas confiamos nas avaliações e arriscamos.
Contudo, nos surpreendemos com um hotel boutique antigo, mas todo reformado, moderno, confortável, luxuoso, estiloso e com um atendimento impecável.
Localizado em frente à Praça da Figueira, é hospedagem ideal para quem quer conforto, luxo, tranquilidade, comodidade e boa localização para circular no centro historico sem se preocupar com transporte.

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O hotel é luxuoso, mas o custo benefício foi ótimo! Nota dez!

O que fizemos

Deixamos as malas e saimos para circular. Tínhamos pouco tempo, mas não queríamos sair correndo como loucos para ver tudo, então decidimos explorar o entorno com calma.
Começamos com um café na Pastelaria Suiça (http://www.casasuica.pt/), muito bem situada entre a Praça da Figueira e a Praça do Rossio, ou Praça de D. Pedro IV, como também é conhecida, onde ficamos um pouco, apreciando a beleza da esplanada, comendo uns docinhos e bebericando um cafezinho com gosto de saudade daquela cidade tão linda, que acolheu carinhosamente minha irmã por tantos anos, e da qual guardamos boas lembranças.

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Depois, o cheiro da castanha portuguesa nos remeteu ao passado (vide post http://www.praviajante.com.br/cheirinho-de-infancia/), nos atraiu para a esquina da praça e nos levou a comprar um pacote para reforçar a energia.

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Comendo castanhas como quem come pipocas, prosseguimos divagando pelas ruas bonitas e bem cuidadas de uma cidade que voltou a nos encantar como se fosse a primeira vez…

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Em seguida, subimos pelas ladeiras do Chiado na direção das Galerias Garret, em busca do Restaurante Aprazível, indicado por um querido amigo nosso, que também estava de passagem por Lisboa, onde marcamos para almoçar juntos.

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No caminho passamos pelos Armazéns do Chiado admirando o comércio local, sem nos aventurar, porque o tempo era curto, o preço do euro era alto e o limite das malas nos voos internos pela Europa era apertado.

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Almoçamos com calma e prazer no Restaurante Aprazível, curtindo o agradável e raro momento e as adoráveis companhias (vide o post “Em Lisboa, um restaurante realmente “Aprazível”, (http://www.praviajante.com.br/em-lisboa-um-restaurante-realmente-aprazivel/).

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Depois descemos e seguimos em direção ao Arco Triunfal da Augusta.

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No Arco, subimos a íngreme escadaria e lá de cima nos permitimos apreciar 360 graus de uma bela vista da Baixa Pombalina, Praça do Comércio, Sé, Castelo de São Jorge e o Rio Tejo.

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Finalizamos o gostoso passeio no Mirante da Praça do Comércio, onde nos despedimos da minha irmã e do lindo dia em Lisboa, com um belíssimo por do sol, e a imagem onírica da Ponte 25 de abril sobre o Rio Tejo, como a nos dizer que sempre haverá uma forte ligação entre dois corações que nasceram da mesma mãe…

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À noite, ainda saciados pelo saboroso almoço do Aprazível, sucumbimos ao irresistível pastel (bolinho) de bacalhau, da boa e tradicional Casa Portuguesa,(Rua Augusta, 106, http://pasteisdebacalhau.com/) regado ao suave vinho branco. O preço é um pouco salgado, mas o sabor compensa…

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E, por fim, antes de nos entregar ao merecido descanso nos braços de Morfeu sob os brancos lençóis do sofisticado quarto do The Beautique Hotel Figueira, fizemos uma última caminhada pelas ladeiras do Chiado, para amenizar a saudade e aspirar os boêmios ares noturnos de Lisboa, no coração da cidade, embalados ao som de nostalgia.
Ouçam como foi embalada nossa noite…

Toque Pessoal

Percebi, nesta breve passagem por Lisboa, que quando o tempo é curto o melhor a fazer é nos entregar ao momento e viver intensamente o agora, porque este lápso de tempo se eterniza em nossa memória.
Fizemos isto, num único dia lindo em Lisboa, e abrimos com chave de ouro nossa passagem pela Europa.
No próximo post contatei o que descobrimos no retorno…

Aguarde

Prazeres Oliveira

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