LISBOA, UMA CONEXÃO E INCRÍVEIS DESCOBERTAS

Retornamos por Lisboa, no final de fevereiro, depois de uma maravilhosa viagem pela Europa, onde fizemos um Cruzeiro pelo Mediterrâneo, passando por Lugares incríveis. Foi uma viagem linda e inesquecível!
Estávamos felizes e satisfeitos, com a proveitosa abertura em Lisboa( vejam o post “Passadinha por Lisboa” ), com o incrível roteiro do MSC Precioza (do qual falarei em breve), e com o belíssimo roteiro que fizemos na Itália, objeto de postagens futuras.

Mas o que seria só uma breve passagem, resultou num tempo de deliciosas descobertas.
Ficamos por apenas uma noite e metade de um dia, mas aproveitamos muito bem e ainda fizemos descobertas interessantes e úteis, para serem exploradas na próxima vez que formos àquela linda cidade, e também como dicas a serem repassadas aqui.

Onde ficamos

Quando fizemos as reservas dos hotéis no trajeto que faríamos por terra, resolvemos arriscar e deixamos a hospedagem da volta em Lisboa para reservar depois, porque se gostássemos do hotel que reservamos na ida tentaríamos ficar nele novamente na volta. Assim, depois da grata surpresa com o Beautique Hotels Figueira, não tivemos dúvidas, na mesma noite entramos no Booking.com e reservamos mais uma diária para o final e ainda conseguimos o mesmo preço. Foi ótimo! Assim, por duas noites nos deliciamos com o luxo, conforto e o aconchego do Beutique Hotels Figueira.

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O que fizemos

Pois bem. Chegamos em Lisboa à noite apenas para dormir e pegar o voo no dia seguinte para Recife, à tarde.
Logo na ida para o Hotel, conversando com o taxista( é incrível quanta coisa boa se descobre conversando com o povo de uma cidade…) descobrimos um ótimo lugar para jantar. Por indicação dele fomos jantar na Cervejaria Ramiro, próximo ao hotel, (http://www.cervejariaramiro.pt/ ). A cervejaria é especialista em frutos do mar e muito bem frequentado por moradores e turistas, como nós.
Lá os clientes se fartam com enormes pratos de caranguejos ou sapateiras, como são chamados pelos lusitanos, e lagostas gigantes servidas com cascas para serem saboreadas ao natural, com as mãos e um martelinho de madeira para ajudar a quebrar.
Fiquei de água na boca, porque adoro tudo isto, mas, como sou alérgica tive que me contentar com um prato de carne, que também estava saboroso. Ri, como sempre, preferiu os camarões ao alho e óleo, servido na panela com pães na manteiga.
O restaurante é simples, mas pitoresco, a comida é muito gostosa. Logo na entrada tem um viveiro com as lagostas vivas expostas para escolha dos clientes.
O preço é bom e está ao alcance do turista mais econômico, também por isto está sempre cheio.

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Camarão ao alho e óleo na panela

 

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Lagostas vivas expostas no restaurante

 

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Frente do Restaurante Ramiro

No dia seguinte, por indicação do próprio Hotel – já que nossa diária não incluía café a manhã, fomos comer no Mercado da Praça da Figueira. Foi bom, farto e muito barato. Com poucos euros comemos bem e bastante.

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Depois circulamos pelo Chiado novamente, revendo as suas ruas gostosas para passear e observar a arquitetura local; reencontramos a vendedora de castanhas portuguesas e comemos mais para nos despedir; pegamos o bondinho e fizemos um tour pelo centro histórico, onde encontrei um bonde com meu nome.

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Ainda circulamos pelo comércio local onde encontramos uma colorida loja da brasileiríssima Havaianas, que tanto encantou o mundo com sua qualidade e simplicidade.

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Depois fomos almoçar novamente no Restaurante Aprazível, onde comi o Spaguetti Negro do qual falei no post ” Em Lisboa, um restaurante realmente aprazível” .

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Descobrimos a Livraria Bertrand, a mais antiga do mundo, fundada em 1732, situada no Chiado, na Esquina da Rua Garret com Anchieta. Segundo a Wikipedia, por lá passaram ilustres nomes da literatura, tais como Eça de Queiroz.

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Depois tomamos um café na Cafeteria A Brasileira, onde tem uma estátua de Fernando Pessoa, que inspira os amantes da literatura, convida os apreciadores do bom café e atrai os turistas, que disputam o momento de registrar o encontro com uma foto ao seu lado.

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Por fim tomamos um sorvete na Sorveteria Amorino e saimos de Lisboa felizes da vida.
No aeroporto, ainda descobrimos um fumódromo todo de vidro, como uma redoma, onde as pessoas podem fumar sem incomodar, o que me deixou admirada pela modernidade e respeito aos fumantes e principalmente aos não fumantes.

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Toque final

Constatamos nesta rápida passagem por Lisboa que o aproveitamento do tempo só depende de nós e uma breve passagem pode representar incríveis descobertas e eternas lembranças.

 

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